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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Freedom - I wont let you down!

Possivelmente a maior liberdade eh mesmo a liberdade de espirito. Livrar-se se preceitos e preconceitos, livrar-se da necessidade de saber da verdade e de saber onde isso tudo vai dar. Viver um dia de cada vez, aproveitando cada um deles, de peito e coracao aberto para o que a vida te proporciona a cada momento.
Ninguem te dah liberdade voce a conquista dentro de voce mesmo!

Thoughts.

Ateh que ponto a verdade te liberta?
Ateh que ponto queremos liberdade sem ter pedido por ela?
Ateh que ponto somos fortes o suficientes para aguentar verdade e liberdade?
Existe um termometro para sabermos se estamos "no ponto" para aguentar tudo isso? Ou somente a intuicao basta?

terça-feira, 21 de abril de 2009

Indiferente.

No caminho do hospital, a caminho de casa ( no meu caso eh ateh pleonasmo) encontrou quem um dia fez toda a diferenca nos seus dias. Agora nao faz mais. Jah a fez perder o sono, acordar antes da hora, ficar feliz em momentos solitarios. Mas era outra pessoa. Talvez nao saiba disso. Acho que nao sabe disso. A perspectiva mudou, o tempo passou, a pessoa ficou pra tras.
Pareciam ser pessoas diferentes. Ao menos no seu ponto de vista. Ficou tao indiferente que nao percebeu se a reciproca era verdadeira. Sinceramente, nao ligou. Nao deu bola para isso, nao era mais importante.
A principio pensou que ele poderia ter se tornado uma pessoa diferente do que era. E ele era. Mas depois olhou para si mesma. E repensou a situacao. Nao foi ele que ficou tao diferente assim. Conversou poucos segundos. O suficiente. Continuou andando. Jah nao fazia mesmo tanta diferenca. E foi bom!

Let it be.

Sim, ha complicacoes na vida. Ha duvidas, preconceitos, indecisoes, aquele feeling de nao saber se vai ou se fica. E ha o timing, aquele momento, aquela brecha que nao queremos perder.
Mas ha tudo isso e tambem ha tudo isso associado a felicidade. Tudo o que nos perguntamos ficam num cantinho e ser feliz toma conta do seu dia a dia. E entao voce deixa tudo rolar and Let it be! Voce nao caminha, deslisa. Nao se preocupa, supera. E vive cada dia, com a leveza de simplesmente viver cada um deles. You just let it be.

I am happy.
(or should I say happier?)

terça-feira, 14 de abril de 2009

A very sweet deafness.

E foi na noite de um sabado onde tudo aconteceu. Mesa na rua, um bom vinho, uma companhia inusitada. Musica ao vivo com um repertorio conhecido. A noite fluia bem. Mas houve um momento onde tudo parou, seus pensamentos foram para outro lugar onde nem ela conseguiu acompanhar. Perdeu os demais sentidos e tudo o que importou naqueles minutos era o que estava bem a sua frente.
Quando voltou a si, mal sabia onde estava, mas estava feliz. Ainda era dificil de admitir. Alguns minutos mais tarde, enquanto a conversa fluia:
- Bem, se voce se considera tao boa com musicas, que musica estava tocando ha alguns segundos atras.
O panico tomou conta do momento. Sim, era boa em musicas, conhecia de longe, soh de ouvir os primeiros acordes. Mas naquele momento um vazio tomou conta da situacao. Nao fazia nem ideia do que ele estava falando. Nao se lembrava de haver musica no ambiente. O que aconteceu?
- All Green, respondeu. Numa tentativa desesperada em salvar a situacao.
- Nao mesmo, era Hey Jude.
- Nem pensar, nao tocou Hey Jude hoje.
- Claro que sim....
Puxou-a pela mao e a levou ao palco para que nao houvesse duvidas. Teve que dar o braco a torcer. Onde esteve durante aqueles minutos? O que aconteceu com a musica? A noite continuou, mas aqueles instantes nao saiam da sua cabeca. Onde esteve? Imperdoavel.
Talvez ele tenha sentido a angustia, ou talvez ele soh quis ser romantico. A banda parou de tocar e estavam quase indo embora. Ele levantou-se, foi ateh o palco e quando voltou a musica estava no ar. Nao se lembrou. Realmente nao sabia o que tinha acontecido, onde tinha ido parar.
Mas finalmente aquilo tudo jah nao tinha mais importancia, nao naquele momento.
Hey Jude tocou da mesma maneira da primeira vez, mas agora com outro sentido. Agora com mais importancia. Mas tambem aos poucos, a musica foi sumido devagarzinho e no instante seguinte, de novo, nada mais fazia sentido. Nada a nao ser uma pessoa.

domingo, 12 de abril de 2009

Outra bolacha.

Andando pela casa, apos um longo final de semana, revi a bolacha Brahma. Nem faz tanto tempo assim. Quando a joguei de volta na gaveta da cozinha, percebi que haviam outras bolachas que jah haviam sido coletadas depois dela. Fiquei aliviada porque, sem perceber, o tempo passou. Nao vou dizer que nao senti, por que senti. Doeu. Mas jah vieram outras memorias em cima da antiga memoria, assim como outras bolachas.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Manter a ordem.

Ateh quando teremos uma segunda chance e nossos erros serao perdoados?
Ateh quando poderemos confiar nos outros e deixar que eles falem no nosso lugar?
E quem arca com as consequencias? Quem paga por elas?
Damos conta de tudo?
Mas quem toma conta de nohs?

Consequencias.

Pois vi e gostei do que vi. Gostei do que senti, ateh por que nao tremi.
Nao me senti incompetente por isso. Muito pelo contario. Mas tambem nao me senti uma das meninas poderosas, nem mesmo senti vontade de calcar salto alto e sair me achando a dona da cidade.
Muito pelo contrario! Fiquei serena e tranquila. Soh vontade de deixar a vida rolar e cultivar o que ha de bom nela.

sábado, 4 de abril de 2009

The propousal.

Got home.
High hills, short dress. Too drunk to go to bed.
So I called you and you didn't answer.
Wrote you couple words. Wondered how you were doing.
I also missed you.

Woke up early on the other day:
"Good. Let's get married", you wrote.
And that was a whole new day.