domingo, 31 de maio de 2009
Passa o tempo.
Palmas para eles, que mesmo achando o contrario, estao lah, anos depois, sentados num Starbucks conversando sobre a vida. Nao ha lugar em comum, ha poucos assuntos em comum, mas de comum um e o outro nao tem nada. Ha pouco tempo dizia nao conhecerem um ao outro. Pouco tempo nao, cinco anos. E entre um cafe e outro, sabiam que tinham um ao outro em comum. Talvez por mais cinco anos e, por que nao, outros cinco?
terça-feira, 26 de maio de 2009
Happiness
Tarde maravilhosa de sol de outono. Ceu azul. Caminhada aos arredores da paulista. Cabelo chapadissimo (de novo), blusinha branca, calca jeans azul, sapato dourado baixinho. Bolsa no ombro. Musica nos ouvidos. Mente voando alto e longe. E ahi toca a musica. Uma das prediletas. Dane-se os outros. Bracos pra cima e danco alguns segundos. Pura felicidade!
The Pub
Se em outros textos escrevi a similaridade da minha neighborhood com New York e seus arredores, tenho que fazer algumas consideracoes. Ou, talvez, varias. Terca feira a noite, voltando do trabalho, musica nos ouvidos, cabelo chapadisssimo, calca com bolsos (como eh bom), blusinha e blazer. Sapato baixo. Nada demais. Mochila nas costas, nada demais mesmo. Resolvi me aventurar a procurar um bar indicado na revista que recebo semanalmente. Comeco a descer a Augusta, que cah entre nohs, eh sempre uma aventura. Andava, curtindo a noite, nao passando mais que uma quadra, passei por varios mundos: casas masculinas, bares baratos e outros frequentados por policiais que paravam para um cafeh. Discotecas fechadas. Lojas fechadas. Continuei pensando quantos mundos a Augusta abriga e, de repente, o lugar chegou. Discreto, nao muito facil de achar se voce nao prestar atencao.
Porta aberta, lugar meio escuro. Fiquei algum tempo na calcada, medindo o lugar. Olhei o balcao com taps de cerveja, ouvia um rock'n'roll saindo pela porta e, quase lah no fundo, ao chao, varias listras brancas, pintadas paralelamente uma a outra: entendi o recado. Entrei. Foi um alivio. Estava fora de Sao Paulo em questoes de segundos. Abbot Ale, pessoas legais para conversar e mais uma opcao para quando quiser sair do pahis, sem precisar tirar o passaporte do bolso.
Porta aberta, lugar meio escuro. Fiquei algum tempo na calcada, medindo o lugar. Olhei o balcao com taps de cerveja, ouvia um rock'n'roll saindo pela porta e, quase lah no fundo, ao chao, varias listras brancas, pintadas paralelamente uma a outra: entendi o recado. Entrei. Foi um alivio. Estava fora de Sao Paulo em questoes de segundos. Abbot Ale, pessoas legais para conversar e mais uma opcao para quando quiser sair do pahis, sem precisar tirar o passaporte do bolso.
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domingo, 24 de maio de 2009
Coisa da vida
A vida realmente nos leva por caminhos tortuosos. Altos e baixos. Inicios e recomecos. Parece mesmo uma danca ( e quem nao admite que a danca eh a verdadeira expressao da alma?), temos apenas que escolher o parceiro e deixar a musica nos levar. Pehs hora no alto, hora no chao.
A porta estah sendo fechada, mas a janela estah aberta e por ela, entra sol. Sol sobre os bloquinhos que estao jogados pelo chao. A pratica faz a perfeicao. De tanto montar castelinhos creio que um dia ele nao cahirah mais.
A porta estah sendo fechada, mas a janela estah aberta e por ela, entra sol. Sol sobre os bloquinhos que estao jogados pelo chao. A pratica faz a perfeicao. De tanto montar castelinhos creio que um dia ele nao cahirah mais.
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Respeito.
O texto nao eh meu, mas achei fantastico e, por isso, resolvi coloca-lo aqui!!!
Enjoy it!
TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO
'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE
RECEBE'
'Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível' Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.
Plínio Delphino, Diário de São Paulo. O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme
e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:
'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari , pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador. O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz. No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas
de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse: 'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.
O que você sentiu na pele, trabalhando como gari? Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito
ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e
voltei para o trabalho atordoado.
E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou? Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia , mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão..
E quando você volta para casa, para seu mundo real? Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.
*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!
Respeito: passe adiante!
Enjoy it!
TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO
'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE
RECEBE'
'Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível' Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.
Plínio Delphino, Diário de São Paulo. O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme
e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:
'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari , pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador. O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz. No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas
de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse: 'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.
O que você sentiu na pele, trabalhando como gari? Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito
ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e
voltei para o trabalho atordoado.
E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou? Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia , mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão..
E quando você volta para casa, para seu mundo real? Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.
*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!
Respeito: passe adiante!
sábado, 23 de maio de 2009
Uma casa meio engracada.
Relacoes nao se constroem do dia para noite. Muito menos numa tarde ou numa noite em que saimos com os amigos para beber. Relacoes sao construidas com tempo. Onde tudo, no inicio, pode parecer cor de rosa e com o tempo pode perder, ou nao, o brilho. Ha tambem aquelas relacoes que iniciam em situacoes extremas, sob stress, e que o desafio eh sobreviver a fase de nao stress em que se formou. Diferente da primeira, que eh posta em prova quando aparecem as pedras no caminho. Dia a dia. A cada conversa, a cada situacao. Nos altos e baixos. Nenhuma eh igual a outra. Pois, ainda bem, as pessoas nao sao iguais. Nao ha relacionamentos iguais. Nem todos abrem a porta. Nem todas estao atras de casamento. Muitos pensam soh em sexo e muitas tambem. Mas nem todos e todas pensam soh nisso. Alguns e algumas traem. Mas nao sao todos, nao. Nem todas.
Relacoes sao como casas que construimos, nem sempre para morarmo nela e viver felizes para sempre. Na maioria das vezes construimos essa casa para vivermos nela por um tempo e depois nos mudamos, para construir outras. Mas o processo eh o mesmo. Construir uma base para levantar as paredes em que viveremos durante um tempo. E os alicerceres sao os mesmos: afinidades, confianca, companheirismo, sexo (por que nao?) ou a falta dele (nem todas relacoes necessariamente precisam ter sexo), respeito. Construa a casa que quiser, com a base que quiser. O resultado sempre aparece. E tanto para casas de verdade, como para relacionamentos, passamos por testes.
Mas final de contas quantas vezes e de quantas maneiras seremos testados pelas pessoas para que sejamos dignos de sua confianca. O quanto temos que passar? E ateh quando encaramos tudo isso?
Relacoes sao como casas que construimos, nem sempre para morarmo nela e viver felizes para sempre. Na maioria das vezes construimos essa casa para vivermos nela por um tempo e depois nos mudamos, para construir outras. Mas o processo eh o mesmo. Construir uma base para levantar as paredes em que viveremos durante um tempo. E os alicerceres sao os mesmos: afinidades, confianca, companheirismo, sexo (por que nao?) ou a falta dele (nem todas relacoes necessariamente precisam ter sexo), respeito. Construa a casa que quiser, com a base que quiser. O resultado sempre aparece. E tanto para casas de verdade, como para relacionamentos, passamos por testes.
Mas final de contas quantas vezes e de quantas maneiras seremos testados pelas pessoas para que sejamos dignos de sua confianca. O quanto temos que passar? E ateh quando encaramos tudo isso?
E por falar em sapatos ...
Por mais bonitos que sejam, ha uma hora em que nao queremos mais subir em saltos de vidro.
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thoughts
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Insonia
Noite fria, noite inqueta. O sono nao parecia chegar. Tudo dohia. Sentia frio. Estava deitada numa cama que nao era sua. Se pudesse iria para casa. Nao podia. Nao sabia mais o que fazer e o relogio parecia correr. Tinha que acordar cedo no outro dia. Eh sempre assim. E ele dormia. Dormia bem. Sentia uma pontinha de inveja nisso. Ele se mexeu e ela ficou com medo de acorda-lo. Ele nao acordou. Virou-se para algum lado que nao viu. Mas sentiu a mao quente tocar a sua mao. Ficou feliz, relaxou e finalmente, dormiu.
Make ups
Quer acabar com a sua saude mental?
Passe uma noite mal dormida.
Dane-se a beleza (ou a falta dela) do dia seguinte, a Revlon existe para isso.
Qual seria a maquiagem para uma mente cansada?
Passe uma noite mal dormida.
Dane-se a beleza (ou a falta dela) do dia seguinte, a Revlon existe para isso.
Qual seria a maquiagem para uma mente cansada?
Corda Bamba
Nem tanto ao ceu, nem tanto a terra. Nao da para vivermos de extremos. Eh exaustivo e desgastante. Mas desgastante tambem eh viver oscilando demais entre um e outro. Eh preciso ceu e terra tambem. Terra e nao corda bamba, onde nao sabemos direito se para nos equilibrarmos eh para direita ou para equerda, se andamos para frente ou para tras para nao cairmos. Mas a corda nao eh tambem de todo mal, se contarmos com uma maozinha uma hora ou outra para nos ajudar. E principalmente, se mesmo nao estando lah o tempo todo, sabemos que quando precisarmos, podemos contar com ela.
domingo, 3 de maio de 2009
Faking
Em todos os momentos da vida fingimos. E sem excecoes.
Na infancia, fingimos ser inocentes de um quarto baguncado (mesmo sendo a unica crianca da casa). Fingimos termos feito o dever de casa para ficar mais alguns minutos em frente a televisao. Fingimos termos mais idade na adolescencia, mas nao passa muito tempo para tentarmos fingir o contrario. Depois de alguns longos anos, fica cansativos.
Melhor e menos trabalhoso assumirmos quem realmente somos. Mas com certeza nao eh o mais facil. Lidar com a realidade e com a verdade (embora ainda nao consigo encontrar palavras para decrever o que realmente eh verdade). Bem, toda regra ainda tem sua excessao e nao dah para ser sempre cem por cento honesta sempre. Afinal, nem todos conseguem aguentar tanta sinceridade ( agora soh para nao usar o termo verdade).
E em relacao aos relacionamentos? Quando eh a hora certa de parar de fingir indiferenca e realmente deixarmos exposto que sim, ha diferenca?
Na infancia, fingimos ser inocentes de um quarto baguncado (mesmo sendo a unica crianca da casa). Fingimos termos feito o dever de casa para ficar mais alguns minutos em frente a televisao. Fingimos termos mais idade na adolescencia, mas nao passa muito tempo para tentarmos fingir o contrario. Depois de alguns longos anos, fica cansativos.
Melhor e menos trabalhoso assumirmos quem realmente somos. Mas com certeza nao eh o mais facil. Lidar com a realidade e com a verdade (embora ainda nao consigo encontrar palavras para decrever o que realmente eh verdade). Bem, toda regra ainda tem sua excessao e nao dah para ser sempre cem por cento honesta sempre. Afinal, nem todos conseguem aguentar tanta sinceridade ( agora soh para nao usar o termo verdade).
E em relacao aos relacionamentos? Quando eh a hora certa de parar de fingir indiferenca e realmente deixarmos exposto que sim, ha diferenca?
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