quarta-feira, 28 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Tem que valer, vale, valer, valer.
- Talvez voce possa soltar a minha mao na hora que fores fazer o giro.
- Hmmm... eu nao, se fizer isso, pode ser que voce fuja de mim.
- Nao vou fugir de voce!!!
- Bem, mas ha sempre o risco de alguem roubar voce de mim!
.
.
.
- Como estah se sentindo no giro??
- Tah feio, eh??
- Nao, mas nao me pareces muito confortavel!
- Eu me desequilibro no final, quando termino o giro, nunca sei onde voce estah.
- Vou estar sempre a sua frente...
- E se eu terminar longe de voce?
- Por mais longe que possa estar, eu volto correndo!
.
.
.
- Queres trocar de parceira?
- Ah, nao... agora que consegui voce, vou trocar para que?
E assim se seguiu a melhor aula de sambarock do modulo.
- Hmmm... eu nao, se fizer isso, pode ser que voce fuja de mim.
- Nao vou fugir de voce!!!
- Bem, mas ha sempre o risco de alguem roubar voce de mim!
.
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.
- Como estah se sentindo no giro??
- Tah feio, eh??
- Nao, mas nao me pareces muito confortavel!
- Eu me desequilibro no final, quando termino o giro, nunca sei onde voce estah.
- Vou estar sempre a sua frente...
- E se eu terminar longe de voce?
- Por mais longe que possa estar, eu volto correndo!
.
.
.
- Queres trocar de parceira?
- Ah, nao... agora que consegui voce, vou trocar para que?
E assim se seguiu a melhor aula de sambarock do modulo.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Sem palavras.
Podia falar da maneira como me conduz. Da maneira de como me tira da zona de conforto e me afronta com o inesperado. De como me provoca com isso. Podia falar de como me deixa brigar com voce e fica queto. Porque jah sabe que eu preciso disso e voce tambem. De como me faz feliz quando me rodas e, agora, vejo que ficas feliz ao me rodar, por que sabes que eu fico feliz. Posso falar como me poe no lugar, quando saio dele. E quando as vezes, posso nao conduzir, mas voce se encontra ao me olhar quando se perde no que fazer. Mas ha uma coisa que nao dah para descrever. Nao dah para descrever a maneira como aos poucos me fez confiar em voce. A ponto de poder dancar a sua frente de olhos fechados. Nao dah para descrever o jeito que sei que olhas a maneira como um giro evolui de um tempo para cah. E nao dah sequer para comentar, uma sensacao que pode ser chamada de energia (por falta de palavra melhor), que comeca quando a "nossa musica" comeca e que ao dancarmos ela se transforma naquilo que um dia descreveram do momento em que um coracao faz "tum" e o outro responde "tah". Somos dois gigantes quando entramos para cumprir nosso papel. Mas nao por nos acharmos os melhores ou melhores que os outros. Mas por ter uma coisa que os outros nao tem. Eh aquela coisa de sabermos onde um vai comecar e o outro vai terminar. Onde um vai errar e soh erra por que sabe que o outro vai corrigir. Talvez saiba o que eh, mas pra tentar descrever, preciso de permissao para tentar arriscar.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Lack of memory.
Noite de insonia, tres da manha. Conversavamos um de cada lado da ponte aerea. Ele no Rio. Afetos e desafetos. Presente passado, futuro. Ansiedades, indecisoes. Ela querendo entender o presente, ele querendo definir o futuro. Duas pessoas, duas realidades, dois amigos, uma longa ligacao telefonica. Falavamos de relacoes entre as pessoas. Comentei que comecava a acreditar que toda a relacao seria, no fundo, uma relacao de interesses. E que isso, nao seria, necessariamente uma coisa ruim, se as duas partes fossem beneficiadas.
"- Mas voce nunca teve um amor incondicional?"
Silencio.
Pareceu uma eternidade, quando apenas alguns segundos havia passado. A imagem do meu amor incondicional veio a minha cabeca. Nao houve nem duvidas, nao podia ser diferente. Veio a tenra imagem do amor incondicional dormindo, como deveria estar todas as pessoas normais naquela hora. Agradeci por ter a maturidade suficiente de reconhecer quando estou errada, puxei o freio de mao:
"- Eh verdade! Por um momento, esqueci do amor incondicional."
Senti vergonha de mim mesma: como foi possivel esquecer? Mas me senti aliviada ao mesmo tempo, por possuir amigos que me lembram das coisas boas que as vezes se escondem tao escondido que eu julgo nao existir mais.
"- Mas voce nunca teve um amor incondicional?"
Silencio.
Pareceu uma eternidade, quando apenas alguns segundos havia passado. A imagem do meu amor incondicional veio a minha cabeca. Nao houve nem duvidas, nao podia ser diferente. Veio a tenra imagem do amor incondicional dormindo, como deveria estar todas as pessoas normais naquela hora. Agradeci por ter a maturidade suficiente de reconhecer quando estou errada, puxei o freio de mao:
"- Eh verdade! Por um momento, esqueci do amor incondicional."
Senti vergonha de mim mesma: como foi possivel esquecer? Mas me senti aliviada ao mesmo tempo, por possuir amigos que me lembram das coisas boas que as vezes se escondem tao escondido que eu julgo nao existir mais.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Tentacao.
Olha o cuidado que temos que ter para nao ser tao piegas quando estamos apaixonados.
Eh tao facil e tao perigoso ao mesmo tempo.
Eh tao facil e tao perigoso ao mesmo tempo.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Decisoes 2.0
Escolhas sao feitas quando optamos por segurar um par de maos e deixar outro par de lado.
Nao dah para saber se a escolha foi certa. Mas dahi para saber soh tentando, soh dancando, soh vivendo.
Eu fiz minha escolha. Nao me arrependo.
Nao dah para saber se a escolha foi certa. Mas dahi para saber soh tentando, soh dancando, soh vivendo.
Eu fiz minha escolha. Nao me arrependo.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
We can work it out.
Meu coracao entrou em uma nova batida, um novo ritmo. Nao tao dificil quanto o anterior. Mas, com esse, sinto os pehs mais firmes no chao. Sinto que darah tempo para fazer o planejado. Sinto que darah tempo para errar e concertar. Jah estamos aprendendo a fazer isso juntos. Erramos e acertamos. As vezes caminhos tortuosos nos levam ao nosso destino. Desta vez, foram os passos desajeitados que nos colocaram um frente ao outro. Ficamos no basico e, com isso, deu tempo de prestar mais atencao um no outro. No sorriso, no toque da mao. A chicoteada do cabelo foi um charme. E ele caiu. A mao dele segurou mais forte e pediu "de novo". E o cabelo voou para o outro lado. Sem mesmo prestar atencao que repetimos o mesmo passo a musica inteira. Mas no que mesmo que tinhamos que prestar atencao? Ah, lembrei: era ele em mim, e eu, nele.
Funcionou.
Funcionou.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
All the dancers might be on the floor...
E o que mais me faz feliz?
Todas as vezes em que estamos dancando longe um do outro e o momento "pegue sua parceira" chega, voce consegue me achar e eu acho voce. Mesmo no meio da multidao. Todos parecem vultos ao redor, todos parecem imagens borradas. Soh ha voce, o seu grande sorriso e sua mao extendida em minha direcao.
A mao pega a minha e o braco me abraca. Nao passo da altura do seu ombro. Mas isso tambem nao importa. Ficamos gigantes quando dancamos juntos. E nao somente voce.
Please come back soon!
Todas as vezes em que estamos dancando longe um do outro e o momento "pegue sua parceira" chega, voce consegue me achar e eu acho voce. Mesmo no meio da multidao. Todos parecem vultos ao redor, todos parecem imagens borradas. Soh ha voce, o seu grande sorriso e sua mao extendida em minha direcao.
A mao pega a minha e o braco me abraca. Nao passo da altura do seu ombro. Mas isso tambem nao importa. Ficamos gigantes quando dancamos juntos. E nao somente voce.
Please come back soon!
Simple but true.
Foi um dos momentos mais felizes da minha vida.
Me pegou pela cintura e comecou a me girar.
O espaco era pequeno. Nao mais que tres passos.
Acertamos o passo, acertamos a perna. O giro comecou lento e girou, girou, girou ...
Ateh arrancar um sorriso que nao sei de onde veio. Ateh me deixar feliz. Sabia me conduzir.
E a sua imagem sorrido ao me ver feliz rodando e rodando, com tudo mais fora de foco a nao ser ele, fez meu coracao pular, pois sabia antes de terminar, que aquele seria um dos momentos inesqueciveis. Daqueles que voce tem certeza que a vida vale a pena ser vivida.
Me pegou pela cintura e comecou a me girar.
O espaco era pequeno. Nao mais que tres passos.
Acertamos o passo, acertamos a perna. O giro comecou lento e girou, girou, girou ...
Ateh arrancar um sorriso que nao sei de onde veio. Ateh me deixar feliz. Sabia me conduzir.
E a sua imagem sorrido ao me ver feliz rodando e rodando, com tudo mais fora de foco a nao ser ele, fez meu coracao pular, pois sabia antes de terminar, que aquele seria um dos momentos inesqueciveis. Daqueles que voce tem certeza que a vida vale a pena ser vivida.
Tantas perguntas...
Quanto tempo eh tempo suficiente para se sentir falta de alguem?
Quanto tempo eh suficiente para descobrir que este alguem fara parte da sua vida (talvez para sempre)?
Quanto tempo ateh o primeiro sorriso sincero?
Quanto tempo para ficar tranquila ao seu lado?
Ah, esqueci... tempo eh relativo, neh?
Ao menos eh o que dizem por ahi.
Mas quanto tempo demora para dizer que jah foi tempo suficiente?
Quanto tempo eh suficiente para descobrir que este alguem fara parte da sua vida (talvez para sempre)?
Quanto tempo ateh o primeiro sorriso sincero?
Quanto tempo para ficar tranquila ao seu lado?
Ah, esqueci... tempo eh relativo, neh?
Ao menos eh o que dizem por ahi.
Mas quanto tempo demora para dizer que jah foi tempo suficiente?
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Timing 2.
Senti saudades, liguei e ele apareceu. Era uma boa hora. Jah me sentia pronta.
Abri a porta e vi aquele rosto familiar num lugar familiar, numa situacao familiar: chegando a minha casa depois de um tempo de ausencia. Sim, eu tinha acertado: jah era em tempo de ve-lo novamente. Nos abracamos. Foi diferente, muito diferente das outras vezes. Foi bom. Algumas outras vezes tinham sido ruins.
Conversamos, rimos, vimos fotos: nao tinhamos fotos juntos. Nao deu tempo. Lembramos que ele tinha prometido me ensinar a dancar: nao deu tempo. Nao o lembrei que tambem tinha prometido a me levar para beber cachaca: tambem nao deu tempo. Aprendi a dancar sozinha e, depois, acompanhada. Estou aprendendo a dancar outras coisas, com outras pessoas. Parece que estou novamente em um novo caminho. E eh bom. Gosto do que estou sentido e do que estou aprendendo a dancar. E com quem estou aprendendo a dancar. Mas acho que tem um espaco na minha vida para ele. Percebi tambem que ha tempo para fotos, para registros de alguma coisa que vivemos. Nao da mesma forma. Mas vi que, acima de tudo, tenho carinho por ele. E para isso, deu tempo.
Abri a porta e vi aquele rosto familiar num lugar familiar, numa situacao familiar: chegando a minha casa depois de um tempo de ausencia. Sim, eu tinha acertado: jah era em tempo de ve-lo novamente. Nos abracamos. Foi diferente, muito diferente das outras vezes. Foi bom. Algumas outras vezes tinham sido ruins.
Conversamos, rimos, vimos fotos: nao tinhamos fotos juntos. Nao deu tempo. Lembramos que ele tinha prometido me ensinar a dancar: nao deu tempo. Nao o lembrei que tambem tinha prometido a me levar para beber cachaca: tambem nao deu tempo. Aprendi a dancar sozinha e, depois, acompanhada. Estou aprendendo a dancar outras coisas, com outras pessoas. Parece que estou novamente em um novo caminho. E eh bom. Gosto do que estou sentido e do que estou aprendendo a dancar. E com quem estou aprendendo a dancar. Mas acho que tem um espaco na minha vida para ele. Percebi tambem que ha tempo para fotos, para registros de alguma coisa que vivemos. Nao da mesma forma. Mas vi que, acima de tudo, tenho carinho por ele. E para isso, deu tempo.
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